As principais obras de Fernando Jorge

Cale a boca, jornalista!

O Aleijadinho

Santos Dumont

Lutero

Olavo Bilac

Paulo Setúbal

Geisel

Pena de morte

Paulo Francis

Getúlio Vargas

O Grande Líder

A Academia

Fernando Jorge - Na mídia

Artigos no Blog

Respondendo a professores e estudantes de Jornalismo

Tenho recebido muitas cartas e e-mails de professores e estudantes de Jornalismo. Eles desejam obter esclarecimentos sobre questões de linguagem, de estilística do idioma português. O jovem Jeová Astério de Farias, de Belo Horizonte, enviou-me esta pergunta:

“Quando o sujeito é um substantivo coletivo, seguido de complemento no plural, o verbo deve ir para o singular ou para o plural?”

Entrevista do escritor e jornalista Fernando Jorge no programa "Provocações" por Antônio Abujamra na TV Cultura de São Paulo.

"Excesso de desconfiança é burrice, mas falta de desconfiança também é" - Fernando Jorge

Quebrando a Banca - Raul Jafet e Fernando Jorge

Programa 58

Programa 56

Programa 57

"A gratidão é a memória do coração" - Fernando Jorge

Fernando Jorge recomenda

Promoção de lançamento

Por Paulo Schmidt

A trajetória do serial killer mais temido do mundo é esmiuçada por autor brasileiro

"O sal é uma coisa profunda, porque ele está no pão, nas lágrimas e nos oceanos" - Fernando Jorge

Opiniões, Críticas e Resenhas

Comentarios

  1. Não chego mais a me surpreender com a qualidade literária do mestre Fernando Jorge. Cada vez que tenho em mãos uma de suas obras, sinto-me como uma criança que ganha um brinquedo novo e me entrego totalmente a desfrutar da novidade.

    Mas, se por um lado não me surpreendo com o inigualável talento desse veterano jornalista e escritor, desta vez me surpreendi com a recém lançada 5ª edição do livro “Cale a boca, jornalista!”.

    Valendo-se de sua habitual tenacidade pela transparência e precisa apuração de fatos históricos, Fernando Jorge nos mostra nessa obra episódios que vão do pitoresco ao hediondo. Além de relatos aprofundados, com base em farta documentação, sobre as arbitrariedades e perseguições sofridas por jornalistas durante o regime militar, o autor regressa aos tempos do Império e início da atividade jornalística no Brasil. Ficamos sabendo, deste modo, que não foi apenas durante o militarismo que a Imprensa brasileira sofreu perseguições e teve, por diversas vezes e em períodos diferentes, vários e importantes jornais empastelados durante nossa história, vitimados por pessoas que se opunham à liberdade de pensamento, de opinião, de expressão.

    “Cala a boca, jornalista!” é de fato um clássico, um valioso documento para compreendermos a mentalidade daqueles que detém o poder ou privilégios em nosso Brasil e que procuram calar aqueles que levam a informação, essa perigosíssima arma contra os abusos, a opressão, as mentiras, a uma sociedade sempre estropiada pela ganância de alguns poucos.

    Parabéns, professor Fernando Jorge, por mais este grande serviço prestado a todos nós e muito obrigado por compartilhar conosco seu abençoado talento e bom senso!

  2. Amigo Fernando Jorge.

    Adorei a leitura que fiz do seu livro "A Academia do Fardão a confusão" Sua maneira clara de escrever nos deixa a vontade para percorrer a história da ABL. Confesso que dei boas gargalhadas principalmente nas referencias a Ataulfo de Paiva. Parabens pelo seu Trabalho, espero um dia conhece-lo pessoalmente, aqui na nossa querida Paraíba.

    Grande Abraço

    Jean Patrício

  3. São Paulo 05/06/2006 a 12/12/2007

    Amor Eterno

    Olavo Bilac e Amélia se apaixonaram

    E vivera, um amor puro e verdadeiro

    Ambos amavam-se mas juntos não ficaram

    Olavo já era poeta, mas sem dinheiro

    O príncipe Bilac fora ao exterior

    Ausentou-se do Brasil por um certo tempo

    Num soneto (Nova York) ele homenageou

    Fora grande demais seu atrevimento

    O poeta principiou um novo romance

    Que não demorou muito para se findar

    Esquecer Amélia não estava ao alcance

    Ela era mais linda que os jardins de Bagdá

    Diz-me poeta porque nos deixaste tão cedo

    Tenho vinte e seis anos . Sou admirador

    Para fazer poesias, me diz há segredos?

    Morreste e Amélia... Chorou lagrimas de amor!

    Escrevi este poema dias após haver lido o livro “vida e poesia de Olavo Bilac”, biografia escrita por Fernando Jorge meu amigo e ídolo (ele parece com o meu avô) a 5º edição deste livro fora lançada ano findado.

    Ronaldo P.L.S

  4. São Paulo 05/06/2006 a 12/12/2007

    Amor Eterno

    Olavo Bilac e Amélia se apaixonaram

    E vivera, um amor puro e verdadeiro

    Ambos amavam-se mas juntos não ficaram

    Olavo já era poeta, mas sem dinheiro

    O príncipe Bilac fora ao exterior

    Ausentou-se do Brasil por um certo tempo

    Num soneto (Nova York) ele homenageou

    Fora grande demais seu atrevimento

    O poeta principiou um novo romance

    Que não demorou muito para se findar

    Esquecer Amélia não estava ao alcance

    Ela era mais linda que os jardins de Bagdá

    Diz-me poeta porque nos deixaste tão cedo

    Tenho vinte e seis anos . Sou admirador

    Para fazer poesias, me diz há segredos?

    Morreste e Amélia... Chorou lagrimas de amor!

    Escrevi este poema dias após haver lido o livro “vida e poesia de Olavo Bilac”, biografia escrita por Fernando Jorge meu amigo e ídolo (ele parece com o meu avô) a 5º edição deste livro fora lançada ano findado.

    Ronaldo P.L.S

  5. Eu diria que todas as Obras do Mestre Fernando Jorge, deixa sempre um gostinho de "quero mais" quando terminamos a leitura. Aleijadinho, Bilac, Setubal, Dumont, entre outros quando chega nas últimas páginas já começa dá aquele aperto no peito, a gente fica sem saber se reinicia a leitura, se espera alguns dias, se pega opróximo livro...enfim, depois que comecei ler os livros de Fernando Jorge, nunca mais assistir novelas, pois os livros a superam em conteudo e emoção.

  6. Fechei, recentemente, a obra Aleijadinho, de Fernando Jorge, um pouco triste. A leitura tinha acabado. Fiquei contrariado por perder aquele companheiro (o livro!). Pensei em recomeçar a leitura, repetir os dias e dias de alegria e informação que passei lendo a obra. Mas desisti. Eu relerei o livro mais a frente. Na minha estante, bem chamativo, despertando a minha chama de curiosidade, está outra obra de Fernando Jorge (A vida de Paulo Setubal). É o terceito livro que começo a ler deste autor. E não me canso. E sempre quero mais.

    Abraços! Leiam Fernando Jorge!

  7. Para mim, autor do livro Os homens que mataram o facínora, listado entre as obras sugeridas pelo nosso querido professor Fernando Jorge, é um grande prazer estar nesta lista. Fernando Jorge, um dos melhores pesquisadores de temas históricos e comportamentais do Brasil, é uma figura querida e extremamente competente, além de ser um amigo muito fiel. Um grande abraço ao Fernando e a todos os responsáveis pelo site. Moacir

  8. É ótimo o site e o livro recomendado: Os homens que mataram o facinora! Comprei e adorei!

    Um abraço

  9. Novidades: Entrevistas, Críticas e atualização da pagina inicial!
  10. Novas Entrevistas e na página do Aleijadinho novidades!

Por que ler o Grande Líder por Gabriel Kwak

É impressionante a atualidade desse roman à clef do bravo Fernando Jorge que, quando lançado, desbancou da lista de best sellers autores festejados como Gabriel Garcia Márquez, Jorge Amado e a emproada Lygia Fagundes Telles.

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Fernando Jorge

Escritor e Jornalista

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